Ninguém ao volante: a doutrina mosaica do Irã em ação por Eitan Charnoff
Quando a liderança política de um estado anuncia um cessar-fogo e suas forças armadas continuam atirando, o instinto é buscar a explicação na forma de engano.
Quando a liderança política de um estado anuncia um cessar-fogo e suas forças armadas continuam atirando, o instinto é buscar a explicação na forma de engano.
This new intelligence and military analysis, unprecedented in the world of military warfare, may be based on a controversial analytical view of what it calls the “Chinese-Iranian tactical trap,” which relies on luring the United States and Israel to deplete their missile arsenals on worthless targets.
Analysts distinguish between a “war of necessity,” waged by a state in response to a genuine threat, and a “war of choice,” launched in the absence of such a threat.
A ofensiva coordenada entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada na madrugada do dia 28 de fevereiro, alterou drasticamente o cenário geopolítico da região e levou a uma escalada militar sem precedentes nas últimas décadas.
Petrodólar, BRICS e sistemas alternativos de pagamento: como a queda da participação do dólar abaixo nas reservas globais, o congelamento de ativos russos, a expansão do ouro nos bancos centrais e projetos como BRICS Pay, The Unit, CIPS e mBridge expõem um limite estrutural entre hegemonia militar e controle financeiro internacional
Sputnik Brasil, analistas apontam que fundamentação multilateral da diplomacia brasileira não encontra respaldo no conselho.
Dispositivo que cria um ambiente estável para o metal converter energia química em elétrica teve patente depositada e pode ser alternativa às baterias de lítio.
A escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela recoloca no centro do debate uma lógica antiga da política internacional: a disputa por áreas de influência. Mais do que um episódio isolado da política externa americana, esse caso ajuda a entender porque conceitos clássicos da geopolítica voltaram a ganhar espaço.
A invasão da Venezuela pelos Estados Unidos foi justificada em nome da defesa da democracia e do combate a ameaças difusas à segurança internacional, como o narcotráfico.
Estratégias digitais se tornaram tão importantes quanto controle áereo ou domínio das rotas marítimas no século XXI.